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Bodas Sacerdotais

Fotos: Bodas Sacerdotais do Pe. José Ignácio – Novembro de 2011

 

Ordenação Diaconal

 

Fotos: Ordenação Diaconal de Célio Firmo em Eugenópolis – MG – 13/11/2011

 

A devoção a São Judas Tadeu

Dorival Teixeira

O que é devoção? É legítima a devoção que prestamos aos Santos?

Devoção é um culto de veneração que tem os Santos por objeto.

A devoção aos Santos é legítima e tem o respaldo na doutrina da comunhão dos santos, que é um dos artigos de nossa Profissão de Fé (credo). Os Santos são nossos legítimos intercessores junto a DEUS e a MARIA e, por isso, têm o maior interesse em nos ajudar, sobretudo, nos trâmites de nossa salvação eterna. Em última análise, todos os atos de devoção que praticamos em honra dos Santos, são por eles canalizados para a Glória de Deus, Criador e Fim Último de todas as coisas; assim como todas as águas dos rios acabam por desembocar no mar, seu fim último.

A devoção a SÃO JUDAS TADEU passa por dois momentos e lugares distintos. O primeiro aconteceu o próprio palco do seu apostolado, o Extremo Oriente, principalmente, na antiga Babilônia. E o segundo, no ambiente judaico da Judéia e Palestina, inicialmente.

O Espírito Santo é o agente principal da evangelização e, com tal, conduzia os apóstolos em sua missão evangelizadora aos locais mais longínquos do mundo conhecido. São Judas foi escalado para ir evangelizar o Extremo Oriente, a terra dos Reis Magos, que vieram de tão longe visitar e adorar o Menino Jesus recém-nascido e lhes deram, como presentes, ouro, incenso e mirra. SÃO JUDAS, primo-irmão de Jesus, foi escolhido para retribuir aquela piedosa visita dos magos a seus conterrâneos pagãos, levando-lhes um presente infinitamente mais precioso, qual seja, a fé em Jesus e o seu sangue derramado pela sua conversão e salvação eterna.

A fim de atrair São Judas ao seu campo de apostolado, O Espírito Santo usou um artifício humano. O antigo reino de EDESSA, ao norte de Síria, era governado pelo rei ABGAR, que foi acometido da mais temível das doenças da época: a lepra. Recorreu a todos os médicos e sábios conhecidos da época, inclusive da famosa escola de Esculápio, o pai da medicina, e ninguém conseguia curá-lo. Tendo notícia de um profeta judaico – Jesus -, que curava todo tipo de doenças, inclusive a lepra, de que um de seus servos já havia se beneficiado, pois fazia parte dos dez leprosos citados pelo Evangelho.  Resolveu, então, escrever uma carta ao Divino Mestre, manifestando sua fé humilde e pedindo que ele viesse a seu palácio curá-lo. Jesus respondeu-lhe, amorosamente, que não poderia ir pessoalmente visitá-lo devido à sua missão messiânica, mas prometeu enviar-lhe um de seus discípulos, após a sua “volta para o Pai.” Abgar esperava dia e noite pelo cumprimento da promessa de Jesus. Chegou até a enviar à Judéia um de seus melhores artistas para pintar um retrato do rosto de Jesus, a quem ansiava por conhecer. Vendo Jesus que o pintor não conseguia reproduzir seu rosto devido à intensa luminosidade que dele emanava, carinhosamente, tomou a tela, encostou-a à face e seu semblante ficou nela impresso com a maior perfeição. O rei Abgar se emocionava ao contemplar o milagroso autorretrato de Jesus.

Chegando, finalmente, São Judas tomou a gravura de Cristo, passou-a pelo rosto e por todo o corpo chagado do rei e ele ficou completamente limpo da doença que o atormentava.  Este milagre casou tanto impacto e alegria em Abgar e em toda a sua corte, que ele mandou reunir todos os seus súditos, a pedido do taumaturgo, e todos foram por ele instruídos na doutrina do Ressuscitado, sendo todos batizados em massa.

Na última etapa de sua vida, já unido a seu companheiro de apostolado, Simão Cananita, ambos foram evangelizar a Babilônia, onde, à custa de muitos prodígios, inclusive o da pacificação dos tigres, realizaram a conversão em massa dos babilônios.

Em seguida, a convite dos magos foram para a cidade de Suemir, onde sofreram as maiores perseguições por parte dos magos e sacerdotes de Bal-Marduk, o deus supremo de Babilônia, seguidas de seu glorioso martírio. Conduzidos presos ao majestoso templo da cidade, eles conjuraram os demônios, que habitavam os ídolos, e falavam em seu nome, a que saíssem deles e os destruíssem.  Aconteceu como ordenaram, mas isso só fez aumentar a sanha dos sacerdotes e do povo, que vociferam gritos de morte aos dois apóstolos.  Foi quando apareceu-lhes um anjo do céu, que lhes fez uma proposta radical – destruir seus inimigos ou tornar-se mártires de Cristo. Ambos escolheram o martírio. Sobre eles se lançaram os sacerdotes, magos e o povo enfurecidos, abatendo-os com golpes de paus, pedras e machadadas.

Seguiu-se um grande estrondo e o imponente templo pagão veio abaixo. Todos fugiram apavorados, mas os corpos dos dois mártires ficaram no meio de pátio, incorruptíveis, durante uma semana.

Sabendo do ocorrido, o rei mandou seu general Baradach, já convertido, a levar uma legião de soldados e Suemir para resgatar os restos mortais dos dois apóstolos e conduzi-los à Babilônia, onde foram recebidos em apoteose pelos babilônios.

Foi assim que começaram as primícias da devoção a São Judas e a São Simão. O rei da Babilônia mandou construir na cidade um grande templo dedicado aos dois mártires. Este primeiro templo se tornou um centro de peregrinação para todos os povos circunvizinhos, que tiveram a dita de serem evangelizados pelos dois heróis de Cristo.

Quanto à devoção de São Judas no ambiente judaico e no ocidente, falaremos de uma vez.

 

QUEM SÃO OS ASSUNCIONISTAS?

 

Congregação de origem francesa
Data de fundação: 25 de dezembro de 1845
Fundador: Pe. Emanuel d`Alzon
Chegaram no Brasil em 1935

Somos religiosos que vivem em comunidade apostólica. Fiéis ao nosso fundador, o Pe. Emanuel d´Alzon, propomo-nos, antes de tudo, a trabalhar por amor a Cristo, para a vinda do Reino de Deus em nós e em nossa volta.

Jesus Cristo é o centro da nossa vida. Nós nos comprometemos a segui-lo na fé, na esperança e na caridade. Como Ele, testemunha do amor do Pai e solidário com as pessoas, o Religioso Assuncionista quer ser homem de fé e homem de seu tempo.

Cristo é quem nos reúne. Vivemos em comunidade conforme o espírito de Santo Agostinho. Buscamos uma vida fraterna na franqueza, na cordialidade e na simplicidade.

A comunidade assuncionista existe para a vinda do Reino. O espírito do fundador nos impele a fazer nossas as grandes causas de Deus e do ser humano, a nos situar onde Deus está ameaçado na pessoa humana, e esta, ameaçada como imagem de Deus.

Fiéis à vontade do Pe. Emanuel d`Alzon, nossas comunidades estão a serviço da verdade, da unidade e da caridade. Assim, elas anunciam o Reino.

 

PASTORAL VOCACIONAL ASSUNCIONISTA

 

E você, jovem, já pensou em ser... Um religioso? Um sacerdote? Um missionário? Que tal ser um Religioso Assuncionista?

Entre em contato com a nossa Equipe de Pastoral Vocacional.

Responsável: Ir. João Gomes da Silva

E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Telefone: 0xx (19) 3251 2562

 

ORAÇÃO A SÃO JUDAS TADEU

 

São Judas Tadeu, Apóstolo escolhido por Cristo, eu vos saúdo e louvo pela fidelidade e amor com que cumpristes vossa missão.

Chamado e enviado por Jesus, sois uma das Doze Colunas que sustentam a verdadeira Igreja fundada por Cristo.

Inúmeras pessoas, imitando vosso exemplo e auxiliadas por vossa oração, encontram o caminho para o Pai, abrem o coração aos irmãos e descobrem forças para vencer o pecado e superar o mal.

Quero imitar-vos, comprometendo-me com Cristo e com sua Igreja, por uma decidida conversão a Deus e ao próximo, especialmente o mais pobre.

E, assim convertido, assumirei a missão de viver e anunciar o Evangelho, como membro ativo de minha comunidade.

Espero, então, alcançar de Deus a graça que imploro, confiando na vossa poderosa intercessão.

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Amém!

 
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